quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

"Mulher gosta de dinheiro, quem gosta de peru é bixa" Hermes e Renato. Verdade?

Já ouviram a música "I can Tranformer Ya"? do Chris Brown com o Lil Wayne. Pra quem disse não, segue vídeo e letra abaixo:



[Lil Wayne]
Go hey Lil Mama,
I can transform ya,
No I can't dance, but I can dance on ya,
Swizz on the beat, Chris move ya feet,
And baby I can transform your him to a me,
I can change your life, make it so new,
Make you never want to go back to the old you,
Ciroc and lime, give it a lil time,
And she can transform like Optimus Prime

[Chris Brown]
Need a ride,
I can range you up,
Money, I can change you up,
You can ride your own,
No longer be the passenger,
Swag low, I build you up,
Knees, we can stand you up,
Red lips, red dress, like 'em like a fire truck,

[Bridge]
What you need, you can have that,
My black card, they don't decline that,
See potential in ya, let me mold that,
I can transform ya, I can transform ya,

[Chorus]
I can transform ya, I can transform ya,
Anything ya want, I can (I can) get it for ya,
You're my baby girl,
Shoulda known I did it for ya,
I can trans, I can trans, I can transform ya,

Shoes - you got it (got it)
Bags - you got it (got it),
Cars - you got it (got it),
Money - still got it (got it),
I can transform ya, I can transform ya,
Anything you want I can (I can) get it for ya,

[Chris Brown]
See me in the video, you can have it really though,
Iced out everything, break you like an eskimo,
Wanna fly, we can go, anywhere you wanna go,
Jimmy Choos in Italy, Louis V in Tokyo,

Something like Pinnochio,
If you lie down, I'ma grow,
Wanna see me do it big,
I can show you how it goes,
Take you from an amateur to being professional,
I can have you swag surfing

[Bridge]
What you need, you can have that,
My black card, they don't decline that,
See potential in ya, let me mould that,
I can transform ya, I can transform ya,

[Chorus]
I can transform ya, I can transform ya,
Anything ya want, I can (I can) get it for ya,
You're my baby girl,
Shoulda known I did it for ya,
I can trans, I can trans, I can transform ya,

Shoes - you got it (got it)
Bags - you got it (got it),
Cars - you got it (got it),
Money - still got it (got it),
I can transform ya, I can transform ya,
Anything you want I can (I can) get it for ya,

[Lil Wayne]
Okey,
I can transform ya, like a transformer,
I can turn you from a human to a Carter,
Take you off the bench, t-turn ya to a starter,
Then I take you home and put you on a charger,
Then my car transforms to a charter,
And we can fly to wherever you ever thought of,
I take you to where its warmer,
Then i gotta rip off your dress like a warm up,
But I'm just getting warmed up,
So tell your man he better get his Voltron up,
I transform her to a Ducati,
And then I transform me to a Bugatti,
'Cause her form puts me in a trance,
I transform smaller and she puts me in her pants,
with Swizz on the Beat, Chris move ya feet,
And Weezy transform a good girl to a freak,

[Chorus]
[The End]

Fazendo uma tradução geral, ele canta pra alguma mulher e diz que vai fazer ela se transformar como o Optimus Prime (?), que vai dar carros, dinheiro, sapatos, bolsas e por ai vai. Ao contrário da maioria dos hip-hops americanos, apesar da letra ser fútil, não é suja. Sim, comparando com umas por ai, já ouvi até falar que as mulheres inventam desculpas pra pagar um b... .Essa música me fez pensar sobre uma coisa que acontece muito com brasileiras quando vão pro exterior, casam com um gringo cheio da grana e vivem sendo sustentadas.

Quando um cara está muito a fim de uma mulher, isso no geral, ele tenta conquistar de alguma forma: se é bonito, da só uma olhada e não é muito difícil de conseguir (a não ser que seja muito imbecil), se é charmoso, com seu jeito de ser fatura, se é feio, ganha no xaveco, mas se tem dinheiro, leva vantagem no cartão de crédito. Uma amiga me disse uma vez "Quero um cartão de débito sem limite, porque cartão de crédito sem limite qualquer um tem", pra você ver que a mulherada tá exigente.
Mijei de rir.

Na América são poucos os que sabem o que é ser pobre, e adivinha o que? Desses poucos 80% são os estrangeiros ( - Eu, eu, eu - com a mão pra cima) e 20% são cidadões americanos que, por algum erro genético, não tem grana, esses números não foram pesquisados, estou usando só o meu conhecimento de mundo - anexo: nunca achei que usaria esse termo que aprendi numa aula super chata na facu.

Bem, vamos analisar até que ponto isso é vantajoso. Tudo que a mulher precisa fazer é transar com o cara, pronto... se ela for "esperta", leva no shopping e sai cheia de sacolas da Vitoria's Secret e da Louis Vuitton, logo, a mulher continua transando com o cara, e mais e mais presentes ela vai ganhando até que ganha uma aliança de noivado com uma pedra valiosa e depois de pouco tempo um tão desejado cartão verde, mas conhecido como Green Card. Pronto, dai em diante vocês já sabem, passar o resto da vida luxando sem derramar uma gota de suor, ou dar um pé no cara e ir atrás de outro.

Vejamos dois pontos: 1) As mulheres que fazem isso são umas oportunistas; Ou 2) As mulheres que fazem isso estão mais que certas. Eu não generalizo jamais, mas o que você vai ler é a minha opinião. Sou justa, tenho uma síntese com argumentos para ambos os lados, apesar do meu ponto de vista "cair" mais para a primeira opção. Falando das oportunistas, sim está cheio de mulheres que procuram os tais dos "sugar daddys" (são caras ricos e solteiros que querem uma gostosinha do lado e pagam por isso), tanto é que existe até site pra encontrar os tais. Não, eu nunca procurei um sugar daddy, eu soube porque conheci uma puta de profissão, e ela que comentou a respeito. As espertas usam o cara para conseguir o que querem e depois dão uma bota no imbecil. Tem caras que até merecem, já tive a infelicidade de sair com alguns que deveriam sair com essas interesseiras pra aprender. Mas apesar disso, eu nunca serviria pra golpista, primeiro porque eu não conseguiria transar com uma pessoa que eu não tivesse química, só pra conseguir um sapato de grife que foi lançado semana passada na NY Fashion Week ou casar com uma pessoa que eu não amasse, aguenta-lo por sei lá quanto tempo pra ter um Green card, na boa, eu sou sensata e fria até demais pra sentimentos, mas nesse ponto eu sou uma bundona. Penso que, por mais que eu ame bolsas, sapatos, casacos, perfumes, jóias (quer dizer, eu amo bijuteria, porque jóias eu não tenho), a vida é muito mais do que isso e viver dependendo de alguém é uma coisa que eu não vejo no meu futuro.



Vendo pelo outro lado, o lado das 'mulheres que fazem isso são espertas isso sim', ás vezes me revolto, vejo amigas que namoram americanos e tem tudo: viajam, sempre estão atualizadas na moda, frenquentam as melhores baladas, restaurantes e lugares. Ou seja, e eu aqui fazendo milagre com o "faz me rir" que é o salário de Aupair. Penso: - Porque eu não sei fazer o mesmo? Do jeito que sou besta, acabarei casando com o amor da minha vida e vivendo embaixo da ponte com ele e encher a barriga de vento, já que amor não enche barriga.

Existe também um terceiro lado, as que encontram um cara bacana, se apaixonam e tem a sorte do cara ter grana, conheço umas nessa situação também, esse caso que eu chamo de unir o útil ao agradável.

Eu fico pensando também como esses homens são idiotas, gastam mô grana só pra sair com uma mulher, tem mulher que faz mô hora com a cara deles e mesmo assim eles continuam pagando. Um dia sai com duas amigas pra jantar, uma delas eu encontrei poucas vezes, e foi essa que ligou pra um cara e comentou que estava no restaurante X, depois de um tempinho o fulano apareceu, pagou a nossa conta plus um monte de bebidas, elas foram pra balada com o cara depois que saimos do restaurante e eu fui pra casa, eu tinha deixado o carro num estacionamento, a amiga que saia com o tal do cara, puxou ele e disse "Seguinte, dá 10 dólares ai pra ela pagar o estacionamento" e o cara me deu, peguei o dinheiro, lógico porque sou besta mais nem tanto, dei tchau e fui pra casa. Eu pensei "PQP, esse cara é um otário mesmo", na boa, a mina só usando na cara larga e pra ele estava tudo ok.

No final das contas, entre passar a vida com alguém por interesse ou, ficar com a pessoa amada e batalhar para conquistar suas coisas, apesar dos pesares, eu ainda fico com a segunda opção.

domingo, 29 de novembro de 2009

Azar no amor, sorte no jogo.


Pois é, pensando nisso que decidi: Preciso ir pra Vegas. Já postei várias vezes sobre relacionamentos, mas nunca contei sobre o desastre que sou com esse o tal de "Amor". Me lembro quando tinha uns 6 anos e tive que dançar quadrilha na escola, uma das únicas coisas que me lembro, além do vestidinho rosa quadriculado (que as fotos não me deixam esquecer), foi o fato de ter ficado "p" da vida com a professora que não me deixou dançar com o garoto que eu gostava, fiquei decepcionada e com cara de orifício a quadrilha toda, para você ver que o desastre vem desde cedo.


Todos caras que eu me interessava ou namorava, ou eram mais velhos e só queriam saber das meninas mais velhas ainda, ou gostavam da minha irmã ou das minhas amigas. De mim mesmo, ninguém queria saber. Mas também eu sempre fui uma "apagadinha": magrelinha, branquela, baixinha e ainda por cima revoltada. Mas nunca fui muito de me importar com essas coisas, era muleca. Então queria mais saber de zoar, pular muro, importunar os vizinhos, irritar meu irmão e por ai vai. Fui daquelas "Meninos? Blé!" até bem tarde.

Até ter uma paixonite louca por um menino que namorava uma outra menina. Nunca vi gostar tanto de uma pessoa que nunca deu um beijo, mas beleza. Quando o tal terminou o namoro, fui inventar de me declarar e pra piorar... por carta. Levei um fora simpático, a desculpa dele foi que eramos amigos e não queria estragar a amizade...lógico, e eu sou o Bozo! E na mesma noite ele beijou outra amiga dele. Foi ai que cai na real que só encontraria os que "mijam torto". Entre esse e outros, só bagunçados cruzaram meu caminho. Namorado de verdade só tive um, que não tive do que reclamar, mas pessoas que não nascem com sorte pro amor, como eu, algo sempre da errado, por isso chegou ao fim.

Mais uma vez, ou melhor, mais muitas vezes, mais e mais bagunçados no meu caminho. Um belo dia, melhor... uma bela noite, fui com uma companheira de piriguetagem numa balada. Estavamos na pista e um cara me tirou pra dançar, olhei no rosto do indivíduo e pensei: - Zuadinho. Mas o cara era tão estiloso (quem me conhece sabe, que eu sou chata com estilo) que resolvi dançar com ele. Pronto, 3 samba-rocks depois, eu estava apaixonada pelo cara. Fiquei conversando com ele: gente boa, simpático, estiloso e ainda morava no mesmo bairro que eu. Mas ele não tomou partido e acabei indo embora sem beijar e sem fazer cadastro (fazer cadastro = pegar telefone do cara que você tá a fim pra ver se rola alguma coisa). No dia seguinte, comentei com uma amiga de trabalho, que inclusive também morava no mesmo bairro que eu, descrevi o moço pra ela e pra minha surpresa, ela o conhecia e me disse que ele namorava. Conclusão: mais um sem futuro na lista de Mari Proença.

Eu sempre fui chegada num loirinho, quando eu tinha 13 anos falava que só ia casar se fosse com o sósia do Taylor Hanson ou do Leonardo DiCaprio. Falei tanto que meu primeiro namorado foi moreno, mas bonito, tá pensando o quê? Quando cheguei nos Estados Unidos, pensei: Tô no paraíso dos loiros, vô passar o rôdo! Não conheço nem um terço do mundo, mas nunca vi tanto homem bonito por metro quadrado. Na verdade, meu conceito mudou um pouco depois de um tempo, existe sim muito ogro por aqui também, e depois que descobri a Alemanha, não estive lá, mas tive a oportunidade de conhecer um pouquinho de como são, vamos dizer assim, os Lovers alemães, tenho certeza que os EUA não chega nem perto do paraíso. Obs: não desmerecendo JAMAIS o Brasil, que também tem seus tesouros.

Voltando ao assunto que eu achei que estava no Paraíso dos homens perfeitos quando cheguei nos EUA, meu azar com querido amor continuou a mesma coisa. Na verdade, não posso colocar toda culpa na coitada da má sorte, porque, muitas vezes eu que fui atrás de encrenca. Eu só atraio cara mais novo, não sei qual é o meu problema, até comecei a me vestir mais "perua" pra ver se esses "high school musical" param de vir atrás de mim, e muleque, as mulheres já sabem como funciona... só pensam naquilo. Confesso que não deixei passar alguns jovenzinhos, e uma vez resolvi encontrar um numa balada, chegando lá ele me perguntou se eu queria beber alguma coisa, eu disse que sim, uma cerveja. O belezinha olhou pra mim e disse: - Você que vai pagar, ou quer que eu pague?. Quero saber nos comentários o que vocês acham que eu respondi.

Pra variar, estou dura e não poderei passar o ano novo em Vegas, como eu queria. Entretanto, tenho a certeza que quando botar o meus pés naqueles Cassinos, vou ficar no mínimo milionária.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Em busca do Halloween perfeito!


Pela primeira vez, estariamos nos Estados Unidos no Halloween, todos fantasiados saindo pelas ruas e dizendo "Trick or Treat", igualzinho nos filmes. Com toda essa expectativa eu e as meninas (O Quarteto Fantástico) resolvemos fazer algo diferente para ser inesquecível, então descidimos: Vamos pra New York!

E la vamos nós, pegamos o busão dos Chineses (um busão velho de chineses que fazem viagens a preço de banana) no sábado, dia 31, pela manhã em Washington, DC direção a New York. Dormimos a viagem toda, 5 horas depois chegamos em Chinatown em NY.
O primo de uma das integrantes do Quarteto foi nos buscar, ele mora com a mãe em NY há muito tempo, chegamos na casa dele, me senti no Brasil, uma brasileirada só e ainda preparando uma feijoada. Depois do "momento Brasil" fomos tirar uma nap, acordamos 2 horas depois e começamos os preparativos.
Depois de duas horas e todas fantasiadas, as 3 dondocas, o primo, e mais um amigo fomos encontrar a quarta integrante do Quarteto no metro,
pois ela vinha de New Jersey.

Finalmente, chegamos na porta da balada, onde seria a tão esperada festa de halloween do ano em NY. O lugar estava lotado, uma fila imensa pra entrar, mas já tinhamos garantido nossos ingressos, que diga-se de passagem custaram $60 doletas cada.
Fiquei muito empolgada, realmente o Halloween é muito festejado, as pessoas capricham nas fantasias, saem nas ruas, fazem festa, é muito legal mesmo.
A balada acabou abrindo quase duas horas depois do esperado, nesse meio tempo, já tinhamos perdido a paciência, tomado chuva na cabeça e enfiado os saltos na lama (a balada era dentro do Central Park) mas resistimos a tudo, e não viamos a hora de entrar pra se acabar de beber, dançar e sei lá mais o que. Afinal, a festa era open bar e free food!

Quando chegamos lá dentro, nos dividimos, e metade foi pra fila da bebida e a outra metade pra fila da comida.
Bom, todos abastecidos, hora de dançar e começar a causar.
Quando botamos nosso pezinho gelado - digo isso porque foi muito azar - na pista de dança, o DJ desligou a música dizendo que foram ordens da polícia.
Eu, que gosto pouco de música, gritei "Como assiiiim??? Eu tô numa balada em NY ou na festinha de aniversário do menino que cuido?".
O que tinha acontecido foi que a festa tinha acabado, e botaram todo mundo pra fora a 1h30 da manhã, sendo que estava previsto para encerrar as 4h.

Nós tinhamos conseguido pegar 3 drinks cada um e comer uma merreca de comida, mas fazer o que? Saimos frustados em busca de outra coisa, afinal era Halloween e em NY.
Saimos de lá grintando pelas ruas, fazendo a maior festa, pensamos "Vamos fazer a nossa própria festa, afinal o que é um galho para quem já está com a árvore inteira enfiada no c...? Como diz um amigo.
Pelas ruas de Manhatan, mais ou menos as 2 da manhã, a Pinup Girl, a Mulher Gato, a Dançarina de Can Can, a Rainha de Copas, O Bafômetro
(sim, o amigo do primo se vestiu de bafômetro, e não preciso nem falar onde era o canudo de assoprar, né?) e o Lutador de Jiu jitsu (o primo) sairam fazendo a maior festa em busca de alguma coisa pra fazer, ou pelo menos um lugar pra beber mais.
Encontramos um grupo de brasileiros que impreguinaram na gente, e quanto brasileiro naquele lugar viu.
Tinha uns muito chavequeiros, me dava idéia e quando virava as costas chavecava a Can Can Dancer. Aff! Despistamos eles e um outro amigo do primo
foi nos buscar.

Essa altura meu nível de álcool já tinha ido pro beleleu e eu já estava começando a ficar emburrada, ainda por cima fui falar mal das meninas bêbadas que estavam causando demais e enfiei meu pé num buraco e cai, antes eu tivesse bêbada. Hhahahahaha!!!!
Enfim, nos enfiamos no carro do Chuck (era a fantasia do menino que foi nos buscar) e fomos parar num bar, que eu nem sei o nome, só sei que era em algum lugar
em New York.

Ao entrar no lugar pensei: Meu Deus, vim pra NY parar num pub?? Ainda bem que pelo menos as baladas lá fecham tarde, não as 2 da manhã que nem em DC.
Bom, resolvi ser otimista e pensei: Já que estou no inferno, vou abraçar o capeta (como diz um outro amigo) e assim, comecei a aloprar também, porque as meninas
já estavam todas no clima.

A rainha de copas lançava pros tchutchugethers "Hi, do you like play cards?", a dançarina de Can Can tirava fotos com todo mundo, a mulher gato só chicoteando o povo e eu entrei no clima também e até um drink apareceu na minha mão, descobri no dia seguinte que tinha sido o Bafômetro que tinha pagado, mas na hora, sei que mandei guela abaixo e a alegria começou a vir a tona.

O lugar estava cheio de gatinhos, pra quê? Uma integrante do Quarteto Fantástico falou pra um gatinho: "Eu ainda estou de batom?" e o gatinho respondeu "Sim" e ouviu a resposta "Você não quer tirar não?" HahahAahaha. Quem lançou essa foi gênia heim, e ainda ganhou um beijo! HahahahaAha!!! Outra do Quarteto também faturou um Jason, não feio como o do filme não, muito pelo contrário!
A causação master foi quando a dona Dançarina de Can Can achou um pirulito em forma de pinto e com as cores da bandeira Gay. Aquilo foi a sensação do bar,
todo mundo queria tirar foto chupando o tal do pirulito, ela tirou foto até com a p-u-l-i-ç-a de verdade segurando o pinto gay.
Coitado do primo e dos amigos dele que estavam conosco, acho que eles não esperavam tanta encrenca vindo de quatro garotas. Eles foram muito gente boa, nos aturaram
sem reclamar, mas também deram risada adoidados!

No dia seguinte, depois de um breve passeio pela Times Square e redondezas, era hora de voltar pra casa. Corremos que nem palhaças atrás de taxi pra chegar em
Chinatown, não sabia como era tão dificil pegar taxi em NY, os caras devem fazer muita grana, acho que vou virar taxista naquelas bandas.
A Rainha de Copas voltou pra New Jersey e eu e as outras duas trouble makers voltamos pra Washington, DC. Chegamos bem na hora, mas o ônibus atrasou quase duas horas. Foi ai que a nossa Mulher Gato, resolveu ligar pro namorado no Brasil, o sujeito estava na praia com uns amigos, então ela ligou na casa dele e pegou o celular de um dos amigos com a cunhada, ligou e quando atendeu um tal de Manuel ela me lança: "Oi Manuel, por acaso você esta na praia com um Fábio?" e o cara do outro lado da linha disse "Não" e ela "AAAh, então obrigada, foi engano".
A tchonga faz uma ligação internacional pra celular e ainda liga errado. HAhahsAHShashasAHAhas! Eu tava bem desconfiando, o número do telefone era tão grande que mais parecia os números da Mega Sena.
Nossas risadas pareciam não acabar das prezepadas que foi esse fim de semana em busca de um Halloween inesquecível.
 

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